Introdução
Dando continuidade ao nosso
1. Aplicando a Temperatura de Cor na Prática
Como discutimos, a cor não existe sem a luz. Para que sua maquete de interiores seja fiel ao projeto:
Use LEDs de 3000K (Luz Quente): Para áreas residenciais, como salas e quartos. Isso reforça os tons amadeirados e as cores análogas quentes que você escolheu.
Use LEDs de 5000K (Luz Fria): Para ambientes corporativos ou cozinhas, onde a fidelidade das cores frias (azuis e cinzas) precisa ser mantida.
2. Materiais que Reagem à Cor
A escolha do papel ou revestimento é o que define o sucesso da sua maquete.
Paredes: Evite papéis brilhantes. O papel fosco (como o Color Plus) absorve a luz de forma uniforme, permitindo que a cor escolhida no post anterior não sofra reflexos indesejados.
Pisos: Use texturas que contrastem com a iluminação zenital. Um piso escuro exigirá uma potência maior de iluminação interna para não "apagar" o projeto.
3. Passo a Passo: O Teste de Contrastes
Antes de finalizar a colagem:
Posicionamento: Coloque a fonte de luz na posição real das luminárias do projeto.
Verificação: Observe se a cor da parede "muda" muito sob a luz do LED.
Ajuste: Se a cor parecer muito diferente do planejado, utilize filtros (papel celofane ou vegetal) para corrigir a tonalidade da luz.
Conclusão
A integração entre luz e cor é o que diferencia uma maquete escolar de um protótipo profissional de arquitetura. Ao seguir esses conceitos acadêmicos, você garante que seu projeto seja compreendido e admirado.
"Veja também a parte prática deste guia clicando aqui https://criartmaquetes.blogspot.com/2026/01/blog-post_13.html
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