No Design de Interiores, a estética é apenas a ponta do iceberg. Para um projeto ser considerado de excelência acadêmica, ele precisa dominar dois pilares fundamentais: a Psicologia das Cores e o Planejamento Lumínico.
Cores: Além da Estética As cores não servem apenas para "decorar". Elas alteram a percepção espacial:
Tons Claros: Ampliam ambientes pequenos e refletem a luz, ideal para espaços minimalistas.
Tons Escuros: Trazem aconchego e profundidade, mas exigem um projeto de iluminação impecável para não "achatar" o pé-direito.
Cores Quentes vs. Frias: Influenciam diretamente no humor dos usuários e na função de cada cômodo.
Iluminação: O Coração do Projeto Um bom designer não projeta apenas lâmpadas, projeta cenas.
Luz Direta: Focada em tarefas (bancadas de estudo ou cozinha).
Luz Indireta: Cria atmosfera e evita o ofuscamento.
Temperatura de Cor: O uso correto de Kelvins (luz quente para relaxar, luz fria para trabalhar) é o que define o sucesso técnico de um ambiente.
Maquetes de Interiores e o Teste de Luz Na Criart Maquetes, sempre reforçamos que a maquete física é o melhor laboratório para testes de iluminação. Ao criar um modelo em escala 1:20, conseguimos simular a entrada de luz solar e o efeito das luminárias embutidas, permitindo que o estudante visualize erros e acertos antes da execução real.
Escalas na Arquitetura: Guia Prático para Escolher a Ideal para sua Maquete
Escolher a escala correta é a primeira grande decisão de um projeto, seja ele no desenho técnico ou na maquete física. Para estudantes de Arquitetura e Design, a escala não é apenas uma redução matemática, é o que define o nível de detalhamento e a percepção do espaço.
Qual escala usar? Muitas vezes recebemos dúvidas na Criart Maquetes sobre qual o melhor tamanho para um modelo acadêmico. Aqui está um resumo técnico:
Escala 1:200 e 1:500: Ideais para maquetes de implantação e urbanismo. O foco é o volume do prédio e sua relação com o terreno e o entorno.
Escala 1:100: A "queridinha" das faculdades. É o equilíbrio perfeito entre tamanho e detalhamento, permitindo ver aberturas, acessos e a volumetria completa.
Escala 1:50: Excelente para detalhamento arquitetônico. Aqui já conseguimos representar espessuras de paredes, tipos de revestimentos e layout básico.
Escala 1:20 e 1:25: O mundo do Design de Interiores. Nessas escalas, o foco é o mobiliário, a ergonomia e as texturas internas.
Dica de Mestre Criart: Lembre-se que quanto maior a escala (como a 1:20), maior a exigência de acabamento. Em escalas menores (como 1:200), a precisão do corte no papel pluma ou acrílico é o que garante a qualidade visual do seu TFG.


Nenhum comentário:
Postar um comentário