sexta-feira, 10 de maio de 2024
SALÃO DO AUTOMÓVEL - STAND NISSAN #NISSAN GT-R 2020#MAQUETE FÍSICA -ESCALA 1:64 -
MAQUETE FÍSICA -ESCALA 1:43 - RESIDENCIAL VIDA SÃO DOMINGOS -AMERICANA _SP
A Criart Maquetes vem desenvolvendo maquetes para a mais diversas aplicações produzindo peças com perfeição , realismo e alta qualidade .
Desenvolvemos maquetes voltadas para o mercado civil , imobiliário , industrial e publicitário.
Maquete é a representação em escala reduzida de um projeto ou ideia , que busca simular de forma fiel as características físicas e visuais de uma construção , produto ou espaço
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MAQUETE FÍSICA -ESCALA 1:18 - ÔNIBUS VOLKSWAGEN- AGÊNCIA DE PUBLICIDADE E PROPAGANDA
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As maquetes físicas são representações de objetos de forma tridimensional em escala reduzida, real ou ampliada, que possibilitam ao observador apropriar-se do objeto por meio de sua manipulação e visualização
quinta-feira, 9 de maio de 2024
EDIFÍCIO GREEN POINT MORUMBI - MAQUETE DECORADA - ESCALA 1:10 #MAQUETEFÍSICA #FGFEngenharia#Empreendimento#GREENPOINT#@CRIARTMAQUETES#MORUMBI#Saopaulo@CriartMaquetes
Maquete física modelo decorado é uma representação tridimensional de um projeto, ideia ou conceito, que é adornada com elementos decorativos para torná-la mais visualmente atraente e realista. Essas maquetes são comumente usadas em arquitetura, design de interiores, engenharia civil e em diversas áreas para apresentar visualmente um projeto antes de sua execução.
segunda-feira, 29 de abril de 2024
MAQUETES FÍSICAS - #agencia #agenciadepublicidade#arquitetura#scalemodel#cenografiadeeventos #cenografia#criatividade#arquitetura #design#estandes #stand#construtora#empreendimento #incorporadora
terça-feira, 16 de abril de 2024
Salão do Automóvel #Stand Ford #Mustang #Maquetes físicas @criart_maquetes
O Salão do Automóvel de São Paulo (realizado de 1960 a 1969 no Parque Ibirapuera e a partir de 1970 no parque Anhembi) é um evento ocorrido a cada dois anos na cidade de São Paulo, com o objetivo de mostrar as novidades do mundo automobilístico, expondo carros e alguns equipamentos, produtos de som como CD player e outros no Parque Anhembi. Em 2008 foi realizada a 25ª edição do evento. É o evento considerado como o maior e mais importante da América Latina neste segmento. Anualmente cerca de 600 mil pessoas comparecem para prestigiar este evento tão importante. Em outubro de 2010 ocorrerá a próxima edição do evento.A história do Salão do Automóvel praticamente se confunde com a do início da indústria automobilística no Brasil. O espírito empreendedor de Caio de Alcântara Machado percebeu muito cedo – somente quatro anos após a implantação da indústria no país – que o automóvel tinha se tornado uma realidade irreversível para o brasileiro. Idealizado em 1959, foi montado pela primeira vez em 1960 e durou 16 dias. Ele teve organização da Alcântara Machado Feiras e Promoções e patrocínio da Anfavea – Associação Nacional dos Fabricantes de veículos automotores. Sua realização foi a manifestação da primeira fase de grande expansão da indústria automobilística no Brasil e respondeu à necessidade de promoção efetiva dos produtos de um setor ainda insipiente e carente da confiança do país.A primeira edição, em 1960, causou um grande furor em termos de público para a época. Diariamente mais de 400 mil pessoas faziam filas intermináveis no Pavilhão da Indústria e do Comércio do Parque do Ibirapuera para ver as grandes vedetes do momento: Fusca, Dauphine, Simca Chambord, Aero Willys, FNM 2000 JK, e o minúsculo e estranho Romi-Isetta. Por mais extravagante que possa parecer: o Romi-Isetta tinha somente uma porta frontal. Eram 12 fabricantes, mais alguns temerários brasileiros se arriscando a mostrar seus experimentos, que faziam a alegria dos presentes. Essa euforia permanece até os nossos dias. Só que agora, em proporções globais.
A segunda edição (novembro/dezembro de 1961) passou a incluir tratores e equipamentos agrícolas. Suas atrações foram o primeiro esportivo de série, o Willys Interlagos, o primeiro modelo de concepção totalmente brasileira, o Centaurus, o DKW Belcar, o utilitário DKW Candango e o VW 1.200 adaptado para táxi.
O 3º salão (novembro/dezembro de 1962) celebrou a marca de 97% de nacionalização da fabricação de veículos, registrando o lançamento do Aero Willys 2600, a perua Simca Jangada, o esportivo VW Karmann-Ghia e o DKW Fissore. A Toyota mostrou o jipe Bandeirante e a Mercedes-Benz, seu primeiro ônibus de turismo.
Os médios e o mercado externo
O 4º salão (novembro/dezembro de 1964) saudou o lançamento do milionésimo veículo fabricado no Brasil e o início da fase de realização bienal da feira. A indústria começava a mostrar melhoramentos mecânicos, como a caixa de câmbio com quatro marchas sincronizadas do Aero Willys 2600, a mistura automática óleo-gasolina para motor 2 tempos do DKW-Vemag e a suspensão pneumática para ônibus da linha FNM. A Brasinca fazia sucesso com seu GT-4200 Uirapuru e a GM exibia seu novo conceito de utilitário, a perua Veraneio.
O 6º salão (novembro/dezembro de 1968) marcou o lançamento de produtos em uma nova faixa de mercado até então ignorada: o carro médio. A Ford (que já absorvera a Willys) lança o Corcel, a Volkswagen o Sedan 1600 TL e a General Motors seu primeiro automóvel, o Opala. Nos carros de luxo, o destaque é para o Ford Galaxie LTD de câmbio automático. Há a estréia da Alfa Romeo (após comprar a FNM) coma a linha FNM 2000 e da Chrysler, que havia adquirido a Simca, lançando o Explanada GTX e anunciando o Dodge Dart. Entre os modelos especiais, destacam-se o Puma AC e o FEI X-1 (misto de automóvel, lancha e avião), projetado na Faculdade de Engenharia Industrial, de São Bernardo do Campo.
No Parque Anhembi
O 7º Salão do automóvel (novembro/dezembro de 1970) inaugurou o Parque Anhembi, o primeiro espaço construído em São Paulo especialmente para abrigar mostras industriais. Entre os automóveis, destacam-se o Ford Landau, o Chevrolet Opala SS, o Dodge Charger e Charger RT, o VW Fuscão,a VW Variant e o VW Karmann-Ghia TC. Entre os carros especiais, tiveram sucesso o Puma conversível com carburação dupla (primeiro exportivo exportado, o Meta 20 de Chico Landi, o FEI X-3 (com motor Chrysler de 300 HP) e o primeiro carro elétrico brasileiro (fabricado pela Icovel), além de numerosos modelos de buggies).
O 20º aniversário da indústria automobilística é comemorado pelo 10º salão (novembro de 1976) com ênfase em dois aspectos importantes no momento de crise do petróleo: a exportação e o transporte coletivo. O salão ganha um co-patrocinador, o Sindipeças (Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores), adquirindo a denominação de Salão do Automóvel e Autopeças. A estrela foi a Fiat Automóveis, recém-instalada em Betim, MG, lançando seu Fiat 147. Esse carro dominou todo o salão, sendo utilizado para mostrar a participação dos componentes nacionais em quase todos os estandes desse setor (pneus, tintas, rodas, tapetes, equipamentos, etc.). Os demais fabricantes mostraram apenas modificações nos modelos de linha. Só a Alfa Romeo mostrou novos modelos para substituir os antigos FNM: Alfa 2300 B e Alfa 2300 TI.
O 11º Salão do automóvel e Autopeças (novembro de 1978) celebrou a marca dos 2 milhões de veículos fabricados no Brasil, o recorde de 980 mil visitantes e uma presença maciça de fabricantes de autopeças (17% da área ocupada, 37% das empresas expositoras) – o que valeu uma nova reorganização do espaço de exposição. Em 1983, empenhados em apoiar o esforço governamental de implantação do uso do álcool automotivo e em alavancar o comércio de veículos, a Copersucar e a Abrave (Associação Brasileira dos Revendedores de Veículos Automotivos) patrocinaram uma edição especial do salão (12ªB), denominada Salão do Automóvel a Álcool (novembro de 1983) – com a característica inédita e específica de ter as grandes montadoras substituídas pelos seus revendedores autorizados realizando vendas diretas ao público no recinto da exposição.
Cronologia
1960: Em 25 de novembro de 1960, Caio de Alcântara Machado realizou a primeira mostra. Por conta dessa ousadia nascia o Salão do Automóvel, responsável por alguns dos melhores momentos da nossa indústria automobilística. 1964: O salão foi realizado sobre o governo militar. As grande vedetes da edição foram o protótipo esportivo Capeta e o Aero Wyllis – ambos da Wyllis Overland – e o 4200GT da Brasinca.
1970: Um pavilhão de proporções inimagináveis era o que reservava Caio de Alcantara Machado para essa mostra: 62milm². Era a época do milagre econômico e Chrysler, Volkswagen e Ford haviam assumido a Simca, DKW, e Wyllis, respectivamente.
1976: Os 20 anos da indústria automobilística mostraram a chegada da Fiat, com o 147, ao país. O mercado começava a ser redigido pelas “quatro grandes”: Ford, General Motors, Volkswagen e a recém-chegada Fiat.
1981: Em 1980, teve início uma série de salões com pouco brilho, em função da crise que se instalava no Brasil. O público precisou se contentar com uns poucos modelos fora de série, motocicletas, lanchas e veleiros.
1986: O Plano Cruzado ditou as regras dessa edição. Por sua conta, a indústria automobilística nacional resolveu não participar do evento. Mais uma vez venceu a criatividade de Caio de Alcantara Machado. Ele foi ao exterior e trouxe 59 carros de Primeiro Mundo. Sucesso, mesmo na crise. Foi mostrado também, o primeiro carro do Brasil a não utilizar o carburador (carros atuais não usam carburador).
1992: A abertura das importações procedida em 1990 permitiu que, finalmente, passássemos a conviver com o que de mais moderno havia no mundo. Audi, Jaguar, BMW, Mercedes e muitos outros modelos que encheram os olhos do público presente.
1996: O destaque nesse ano foi a chegada das coreanas Kia e Asia, que juntando-se aos demais expositores foi pródigo em número de expositores.
2000: Quarenta anos de salão. A frota nacional dos veículos em circulação pulou dos 700 mil iniciais para 20 milhões. A Peugeot mostrou o 206, modelo que ainda seria fabricado, a Ford trouxe o inusitado Focus, a Volkswagen o Bora e a Fiat apresentou a nova família Palio. A Kia mostrou o Besta na forma de um robô e causou filas imensas para ser visto.
2004: A 23ª edição mostrou uma indústria consolidada. O público está mais informado e consciente e é clara a “invasão” de frequentadores de toda a América Latina. Com a estabilidade econômica, esse foi um dos momentos mais significativos do automobilismo nacional.
2006: esta edição teve como principal atrativo os carros-conceito, como o elegante Fine-T. Também aconteceu a polêmica apreensão dos 6 carros da Lamborghini e estréia dos primeiros carros chineses da marca Chana a desembarcar no Brasil. O público também foi recorde. Estima-se que 600 mil pessoas passaram no Pavilhão do Anhembi para apreciar as novidades do mundo automobilístico.
2008: O maior salão da história. Inúmeros visitantes, vários carros-conceito. Nunca um evento como esse teve tanto prestígio no Brasil e no mundo.
terça-feira, 12 de março de 2024
sexta-feira, 19 de janeiro de 2024
Inteligência Artificial (IA)
Desvendando os Mistérios da Inteligência Artificial: Um Guia Abrangente para Iniciantes
A Inteligência Artificial (IA) é uma área fascinante da tecnologia que tem capturado a imaginação das pessoas e está transformando a forma como interagimos com o mundo ao nosso redor. Se você está interessado em explorar e entender melhor esse campo emocionante, você veio ao lugar certo. Neste artigo, vamos desvendar os mistérios da Inteligência Artificial, desde conceitos básicos até aplicações avançadas.
O que é Inteligência Artificial?
A Inteligência Artificial refere-se à capacidade de máquinas e sistemas computacionais realizarem tarefas que normalmente exigiriam inteligência humana. Essas tarefas incluem aprender com a experiência, raciocinar, compreender linguagem natural e resolver problemas de maneira eficiente.
Tipos de Inteligência Artificial
Existem duas categorias principais de IA: a fraca (ou estreita) e a forte (ou geral). A IA fraca é especializada em tarefas específicas, como reconhecimento de voz ou recomendações de produtos. A IA forte, por outro lado, seria capaz de realizar qualquer tarefa intelectual humana, mas essa forma mais avançada ainda está em desenvolvimento.
Aprendizado de Máquina e Deep Learning
Uma parte crucial da IA é o Aprendizado de Máquina (Machine Learning), que permite que os sistemas aprendam padrões a partir de dados sem serem explicitamente programados. O Deep Learning, uma subcategoria do Aprendizado de Máquina, utiliza redes neurais profundas para tarefas complexas, como reconhecimento de imagem e processamento de linguagem natural.
Aplicações Práticas da IA
A IA está presente em muitos aspectos de nossas vidas cotidianas. Desde assistentes virtuais como Siri e Alexa até sistemas de recomendação em plataformas de streaming, a IA está moldando a forma como interagimos com a tecnologia. Além disso, ela desempenha um papel vital em setores como saúde, finanças, transporte e muito mais.
Ética e Desafios na IA
À medida que a IA avança, surgem questões éticas importantes, como privacidade, viés algorítmico e desafios sociais. É crucial entender e abordar essas questões para garantir o desenvolvimento responsável da IA.
Explorando o Futuro da IA
O que o futuro reserva para a Inteligência Artificial? Explore conosco as possibilidades emocionantes, desde avanços tecnológicos até os desafios a serem superados. A IA continuará a impactar profundamente a sociedade, criando oportunidades empolgantes e desafiando nossos conceitos tradicionais.
Conclusão: Embarque na Jornada da Inteligência Artificial
Se você está começando a explorar a Inteligência Artificial ou buscando aprofundar seus conhecimentos, este artigo é um ponto de partida ideal. A IA está moldando o mundo ao nosso redor, e compreendê-la é essencial para participar ativamente no futuro tecnológico. Prepare-se para uma jornada emocionante pelo universo da Inteligência Artificial!
MAQUETES FÍSICAS - CRIART MAQUETES
Criart Maquetes refere-se ao processo de construir modelos tridimensionais em escala reduzida que representam um projeto ou ideia. As maquetes são comumente utilizadas em diversos campos, como arquitetura, design de interiores, urbanismo, engenharia, entre outros. Elas oferecem uma representação física tangível de um conceito ou projeto, permitindo uma melhor compreensão do design antes da construção real.
Os materiais utilizados na criação de maquetes podem variar, desde papelão, madeira, espuma até materiais mais avançados como resinas, acrílicos e impressões 3D. A escolha dos materiais depende da escala do projeto, do orçamento disponível e do nível de detalhe desejado.
As maquetes são valiosas para apresentações visuais, facilitando a comunicação entre os profissionais envolvidos e proporcionando uma visão tridimensional que os desenhos bidimensionais muitas vezes não conseguem transmitir completamente. Elas são uma ferramenta eficaz para avaliar a estética, proporções, funcionalidade e outros aspectos de um projeto antes de sua implementação final.


